Legislação

Decreto Nº 11.356, de 1 de janeiro de 2023

02/01/2023

Aprova a Estrutura Regimental e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e das Funções de Confiança do Ministério da Previdência Social e remaneja cargos em comissão e funções de confiança.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84,caput,inciso VI, alínea “a”, da Constituição,

D E C R E T A:

Art. 1º Ficam aprovados a Estrutura Regimental e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e das Funções de Confiança do Ministério da Previdência Social, na forma dos Anexos I e II.

Art. 2º Ficam remanejados, na forma do Anexo III, da Secretaria de Gestão do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos para o Ministério da Previdência Social, os seguintes Cargos Comissionados Executivos – CCE e Funções Comissionadas Executivas – FCE:

I – dois CCE 1.17;

II – sete CCE 1.15;

III – dois CCE 1.14;

IV – treze CCE 1.13;

V – três CCE 1.10;

VI – nove CCE 1.07;

VII – vinte e nove CCE 1.05;

VIII – um CCE 2.15;

IX – um CCE 2.13;

X – um CCE 2.10;

XI – três CCE 3.10;

XII – um CCE 3.07;

XIII – três FCE 1.15;

XIV – dezesseis FCE 1.13;

XV – vinte e quatro FCE 1.10;

XVI – trinta e quatro FCE 1.07;

XVII – vinte e cinco FCE 1.05;

XVIII – vinte e quatro FCE 1.01;

XIX – uma FCE 2.13;

XX – três FCE 2.05;

XXI – uma FCE 3.10;

XXII – oito FCE 3.07; e

XXIII – três FCE 3.05.

Art. 3º O disposto nos art. 14 e art. 15 do Decreto nº 9.739, de 28 de março de 2019, e nos art. 11 a art. 14 do Decreto nº 10.829, de 5 de outubro de 2021, aplica-se quanto:

I – ao registro de dados no Sistema de Organização e Inovação Institucional do Governo Federal – Siorg;

II – aos prazos para apostilamentos;

III – ao regimento interno;

IV – à permuta entre CCE e FCE;

V – ao registro das alterações por ato inferior a decreto; e

VI – à realocação de cargos em comissão e funções de confiança na Estrutura Regimental do Ministério da Previdência Social.

Art. 4º Fica revogado o Decreto nº 11.023, de 31 de março de 2022.

Art. 5º Este Decreto entra em vigor em 24 de janeiro de 2023.

Brasília, 1º de janeiro de 2023; 202º da Independência e 135º da República.

LUIZ INÁCIO LULA DE SILVA

Carlos Roberto Lupi

Esther Dweck

ANEXO I

ESTRUTURA REGIMENTAL DO MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL

CAPÍTULO I

DA NATUREZA E DA COMPETÊNCIA

Art. 1º O Ministério da Previdência Social, órgão da administração pública federal direta, tem como áreas de competência os seguintes assuntos:

I – previdência; e

II – previdência complementar.

CAPÍTULO II

DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

Art. 2º O Ministério da Previdência Social tem a seguinte estrutura organizacional:

I – órgãos de assistência direta e imediata ao Ministro de Estado da Previdência Social:

  1. a) Gabinete;
  2. b) Assessoria de Participação Social e Diversidade;
  3. c) Assessoria Especial de Assuntos Parlamentares e Federativos;
  4. d) Assessoria Especial de Comunicação Social;
  5. e) Assessoria Especial de Controle Interno;
  6. f) Corregedoria;
  7. g) Assessoria Internacional;
  8. h) Ouvidoria-Geral da Previdência Social;
  9. i) Consultoria Jurídica; e
  10. j) Secretaria-Executiva;

II – órgãos específicos singulares:

  1. a) Secretaria de Regime Geral de Previdência Social:
  2. Departamento do Regime Geral de Previdência Social;
  3. Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional; e
  4. Departamento de Perícia Médica Federal; e
  5. b) Secretaria de Regime Próprio e Complementar:
  6. Departamento de Políticas e Diretrizes de Previdência Complementar; e
  7. Departamento dos Regimes de Previdência no Serviço Público;

III – órgãos colegiados:

  1. a) Conselho Nacional de Previdência Social;
  2. b) Conselho de Recursos da Previdência Social;
  3. c) Conselho Nacional de Previdência Complementar; e
  4. d) Câmara de Recursos da Previdência Complementar; e

IV – entidades vinculadas: autarquias:

  1. a) Instituto Nacional do Seguro Social – INSS; e
  2. b) Superintendência Nacional de Previdência Complementar – Previc.

CAPÍTULO III

DAS COMPETÊNCIAS DOS ÓRGÃOS

Seção I

Dos órgãos de assistência direta e imediata ao Ministro de Estado da Previdência Social

Art. 3º Ao Gabinete compete:

I – assistir o Ministro de Estado em sua representação política e social, ocupar-se das relações públicas e do preparo e despacho do seu expediente pessoal;

II – promover a articulação com os titulares das unidades do Ministério sobre os assuntos submetidos à consideração do Ministro de Estado;

III – providenciar a publicação oficial e a divulgação das matérias relacionadas com a área de atuação do Ministério;

IV – coordenar, supervisionar e executar as atividades relativas ao cerimonial do Ministério;

V – realizar a gestão do atendimento às consultas e aos requerimentos formulados ao Ministro de Estado;

VI – assistir o Ministro de Estado, no que couber, em suas manifestações relativas às atividades administrativas dos órgãos integrantes da estrutura organizacional do Ministério; e

VII – exercer outras atribuições que lhe forem cometidas pelo Ministro de Estado.

Art. 4º À Assessoria de Participação Social e Diversidade compete:

I – articular e promover, sob a coordenação da Secretaria-Geral da Presidência da República, as relações políticas do Ministério com os diferentes segmentos da sociedade civil;

II – fortalecer e coordenar os mecanismos e as instâncias democráticas de diálogo e a atuação conjunta entre a administração pública federal e a sociedade civil;

III – fomentar e estabelecer diretrizes e orientações à gestão de parcerias e relações governamentais com organizações da sociedade civil; e

IV – assessorar direta e imediatamente o Ministro de Estado, quanto às competências específicas deste Ministério, na formulação de políticas e diretrizes para:

  1. a) a promoção da participação social e da igualdade de gênero, étnica e racial;
  2. b) a proteção dos direitos humanos; e
  3. c) o enfrentamento de desigualdades sociais e regionais.

Art. 5º À Assessoria Especial de Assuntos Parlamentares e Federativos compete:

I – promover o processo de articulação com o Congresso Nacional nos assuntos de competência do Ministério, observadas as competências dos órgãos que integram a Presidência da República;

II – providenciar o atendimento às consultas e aos requerimentos formulados pelo Congresso Nacional e acompanhar a tramitação legislativa dos projetos de interesse do Ministério; e

III – participar do processo de interlocução com os Governos estaduais, distrital e municipais, com as assembleias legislativas estaduais, com a Câmara Legislativa do Distrito Federal e com as câmaras municipais nos assuntos de competência do Ministério, com o objetivo de assessorá-los em suas iniciativas e de providenciar o atendimento às consultas formuladas, observadas as competências dos órgãos que integram a Presidência da República.

Art. 6º À Assessoria Especial de Comunicação Social compete planejar, coordenar e executar a política de comunicação social e a publicidade institucional do Ministério, em consonância com as diretrizes da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.

Art. 7º À Assessoria Especial de Controle Interno compete:

I – assessorar diretamente o Ministro de Estado nas áreas de controle, de gestão de riscos, de transparência e de integridade da gestão;

II – assessorar o Ministro de Estado no pronunciamento de que trata o art. 52 da Lei nº 8.443, de 16 de julho de 1992;

III – prestar orientação técnica ao Secretário-Executivo, aos gestores do Ministério e aos representantes indicados pelo Ministro de Estado em conselhos e em comitês, nas áreas de controle, de gestão de riscos, de transparência e de integridade da gestão;

IV – prestar orientação técnica e acompanhar os trabalhos das unidades do Ministério com vistas a subsidiar a elaboração da prestação de contas anual do Presidente da República e do relatório de gestão;

V – prestar orientação técnica na elaboração e na revisão de normas internas e de manuais;

VI – apoiar a supervisão ministerial das entidades vinculadas, em articulação com as respectivas unidades de auditoria interna, inclusive quanto ao planejamento e aos resultados dos trabalhos;

VII – acompanhar processos de interesse do Ministério junto aos órgãos de controle interno e externo e de defesa do Estado;

VIII – acompanhar a implementação das recomendações da Controladoria-Geral da União e das deliberações do Tribunal de Contas da União relacionadas ao Ministério e atender a outras demandas provenientes dos órgãos de controle, interno e externo, e de defesa do Estado;

IX – auxiliar na interlocução sobre assuntos relacionados à ética, à ouvidoria e à correição entre as unidades responsáveis do Ministério e os órgãos de controle interno e externo e de defesa do Estado; e

X – apoiar as ações de capacitação nas áreas de controle, de gestão de riscos, de transparência e de integridade da gestão.

Art. 8º À Corregedoria compete:

I – promover as atividades de prevenção e de correição para verificar a regularidade e a eficácia dos serviços e propor medidas saneadoras ao seu funcionamento;

II – examinar as representações e os demais expedientes que tratem de irregularidades funcionais e proceder a seus juízos de admissibilidade;

III – instaurar as sindicâncias e os processos administrativos disciplinares;

IV – julgar e aplicar penalidades, em sindicâncias e processos administrativos disciplinares, nos casos de advertência ou de suspensão por até trinta dias;

V – instruir os processos administrativos disciplinares cujas penalidades propostas sejam a demissão, a suspensão por mais de trinta dias, a cassação de aposentadoria ou disponibilidade, a destituição de cargo em comissão ou a destituição de função comissionada, para remessa ao Ministro de Estado;

VI – instruir os procedimentos de apuração de responsabilidade de entes privados de que trata a Lei nº 12.846, de 1º de agosto de 2013, observadas as disposições legais; e

VII – exercer as competências previstas no art. 5º do Decreto nº 5.480, de 30 de junho de 2005.

Art. 9º À Assessoria Internacional compete:

I – assistir o Ministro de Estado na formulação da política internacional nos assuntos de competência do Ministério, em articulação com o Ministério das Relações Exteriores;

II – assistir o Ministro de Estado e os demais dirigentes do Ministério e de suas entidades vinculadas, quanto aos assuntos de competência do Ministério:

  1. a) na coordenação e na supervisão de matérias internacionais, bilaterais e multilaterais; e
  2. b) na celebração ou na adesão a acordos de cooperação internacionais;

III – preparar e acompanhar as audiências do Ministro de Estado e dos demais dirigentes do Ministério e de suas entidades vinculadas com autoridades estrangeiras em visitas oficiais ao País;

IV – acompanhar a política externa do Governo federal, no que se refere à previdência social;

V – preparar subsídios e informações para a elaboração de pronunciamentos, de conferências, de artigos e de textos de apoio do Ministro de Estado e dos demais dirigentes do Ministério e de suas entidades vinculadas em assuntos internacionais;

VI – acompanhar a implementação dos atos internacionais ratificados pelo País nos assuntos de competência do Ministério;

VII – coordenar, em articulação com os demais órgãos do Ministério e com suas entidades vinculadas, a definição do posicionamento do Ministério em temas internacionais e a sua participação em organismos, foros, missões, eventos e reuniões internacionais;

VIII – apoiar as unidades do Ministério no planejamento e na coordenação técnica e administrativa de projetos, de parcerias e de acordos de cooperação técnica internacionais de interesse do Ministério; e

IX – manifestar-se quanto à conveniência e à oportunidade da participação de servidores do Ministério e de suas entidades vinculadas em fóruns, organismos, entidades, cooperações técnicas, reuniões, conferências e outros eventos de âmbito internacional, e coordenar e apoiar sua participação.

Art. 10. À Ouvidoria-Geral da Previdência Social compete:

I – executar as atividades de ouvidoria previstas no art. 13 da Lei nº 13.460, de 26 de junho de 2017, e no art. 10 do Decreto nº 9.492, de 5 de setembro de 2018;

II – planejar e coordenar comitê técnico das ouvidorias dos órgãos e das entidades vinculadas ao Ministério e supervisionar as atividades e os resultados decorrentes da participação social nas ouvidorias;

III – receber, examinar e encaminhar reclamações, elogios e sugestões referentes a procedimentos e ações de agentes e órgãos, no âmbito do Ministério e das entidades a ele vinculadas; e

IV – representar o Ministério e seus órgãos em grupos, comitês e fóruns relacionados às atividades de ouvidoria.

Parágrafo único. As atividades decorrentes de participação social no âmbito da Ouvidoria serão realizadas em articulação com a Assessoria de Participação Social e Diversidade.

Art. 11. À Consultoria Jurídica, órgão setorial da Advocacia-Geral da União, compete:

I – prestar assessoria e consultoria jurídica no âmbito do Ministério;

II – fixar a interpretação da Constituição, das leis, dos tratados e dos demais atos normativos, a ser seguida uniformemente na área de atuação do Ministério quando não houver orientação normativa do Advogado-Geral da União;

III – atuar, em conjunto com os órgãos técnicos do Ministério, na elaboração de propostas de atos normativos de interesse do Ministério;

IV – realizar revisão final da técnica legislativa e emitir parecer conclusivo sobre a constitucionalidade, a legalidade e a compatibilidade com o ordenamento jurídico das propostas de atos normativos de interesse do Ministério;

V – assistir o Ministro de Estado no controle interno da legalidade administrativa dos atos do Ministério e das entidades a ele vinculadas;

VI – zelar pelo cumprimento e pela observância das orientações dos órgãos da Advocacia-Geral da União; e

VII – examinar, prévia e conclusivamente, no âmbito do Ministério, observadas as competências da Subconsultoria-Geral de Gestão Pública da Consultoria-Geral da União da Advocacia-Geral da União:

  1. a) os textos de convênios, de editais de licitação e de contratos ou instrumentos congêneres a serem publicados e celebrados; e
  2. b) os atos pelos quais se reconheça a inexigibilidade ou se decida pela dispensa de licitação.

Art. 12. À Secretaria-Executiva compete:

I – assistir o Ministro de Estado:

  1. a) na definição de diretrizes, na supervisão e na coordenação das atividades dos órgãos integrantes da estrutura organizacional do Ministério; e
  2. b) na supervisão e no acompanhamento da gestão das entidades vinculadas ao Ministério;

II – supervisionar e coordenar:

  1. a) as atividades de formulação e proposição de políticas, de diretrizes, de estratégias, de objetivos e de metas relativas às áreas de competência do Ministério; e
  2. b) as ações do Ministério e de suas entidades vinculadas destinadas à captação de recursos para o financiamento de programas e de projetos de desenvolvimento na área de previdência social, inclusive do Fundo do Regime Geral de Previdência Social;

III – orientar, no âmbito do Ministério, a gestão das atividades de administração patrimonial e das atividades relacionadas aos Sistemas de:

  1. a) Planejamento e de Orçamento Federal;
  2. b) Contabilidade Federal;
  3. c) Administração Financeira Federal;
  4. d) Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação – Sisp;
  5. e) Pessoal Civil da Administração Federal – Sipec;
  6. f) Organização e Inovação Institucional do Governo Federal – Siorg;
  7. g) Gestão de Documentos e Arquivos – Siga; e
  8. h) Serviços Gerais – Sisg;

IV – celebrar, monitorar e avaliar contratos, convênios e instrumentos congêneres, no âmbito de suas competências;

V – supervisionar:

  1. a) as atividades de prevenção, de detecção, de análise e de combate a fraudes ou outros atos lesivos ao patrimônio público em matérias relativas à legislação previdenciária;
  2. b) a execução das atividades relativas à organização e à inovação institucional; e
  3. c) as atividades relativas ao tratamento de dados pessoais e de adequação à Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018, no âmbito do Ministério; e

VI – exercer a função de órgão setorial dos Sistemas:

  1. a) Integrado de Planejamento e Orçamento – Siop;
  2. b) de Contabilidade Federal;
  3. c) de Administração Financeira Federal;
  4. d) Siorg;
  5. e) Siga;
  6. f) Sipec;
  7. g) Sisg;
  8. h) Sisp; e
  9. i) Integrado de Gestão Patrimonial – Siads.

Seção II

Dos órgãos específicos singulares

Art. 13. À Secretaria de Regime Geral de Previdência Social compete:

I – assistir o Ministro de Estado na definição, na formulação, no acompanhamento e na coordenação das políticas do Regime Geral de Previdência Social;

II – elaborar e promover, em articulação com os demais órgãos envolvidos, o aperfeiçoamento da legislação e a atualização e a revisão dos planos de custeio e de benefícios da previdência social atinentes ao Regime Geral;

III – orientar, acompanhar, normatizar e supervisionar as ações da previdência social na área de benefícios e, em coordenação com a Secretaria da Receita Federal do Brasil do Ministério da Fazenda, as ações de arrecadação;

IV – propor e acompanhar políticas de seguro e prevenção contra acidente de trabalho e de benefícios por incapacidade;

V – acompanhar e avaliar a implementação das políticas e diretrizes da previdência social pelo INSS;

VI – propor e acompanhar as políticas de gestão dos cadastros da previdência;

VII – supervisionar as atividades de perícia médica federal e promover:

  1. a) a sua interação e o seu intercâmbio com órgãos governamentais; e
  2. b) a celebração de parcerias com empresas, órgãos públicos e outras entidades não governamentais, nacionais e estrangeiras;

VIII – assistir o Ministro de Estado na definição de diretrizes de governança do Cadastro Nacional de Informações Sociais – Cnis e definir, com os órgãos e as entidades da administração pública federal, a forma de compartilhamento de bases de dados para sua incorporação ao Cnis;

IX – promover, estruturar e acompanhar o desenvolvimento do sistema integrado de dados de que trata o art. 12 da Emenda Constitucional nº 103, de 12 de novembro de 2019, e sua interação com outras bases de dados, ferramentas e plataformas;

X – avaliar as propostas de alteração da legislação previdenciária e seus impactos sobre o Regime Geral de Previdência Social;

XI – coordenar e promover a disseminação das políticas de previdência social no âmbito do Regime Geral, e de saúde e segurança ocupacional; e

XII – definir diretrizes relativas à ampliação da cobertura previdenciária mediante programas de educação previdenciária.

Art. 14. Ao Departamento do Regime Geral de Previdência Social compete:

I – assistir o Secretário de Regime Geral de Previdência Social na formulação, no acompanhamento e na coordenação das políticas do Regime Geral de Previdência Social, na proposição de normas e na supervisão de programas e atividades;

II – coordenar, acompanhar, avaliar e supervisionar as ações do Regime Geral de Previdência Social nas áreas de benefícios e de custeio;

III – coordenar, acompanhar e supervisionar a atualização e a revisão dos planos de custeio e de benefícios do Regime Geral de Previdência Social;

IV – coordenar, acompanhar e avaliar as ações de acordos internacionais do Regime Geral de Previdência Social;

V – desenvolver projetos de racionalização e simplificação do ordenamento normativo e institucional do Regime Geral de Previdência Social;

VI – elaborar projeções e simulações das receitas e das despesas do Regime Geral de Previdência Social;

VII – coordenar e elaborar estudos e ações de capacitação com o objetivo de aprimorar o Regime Geral de Previdência Social;

VIII – articular-se com entidades públicas e organismos nacionais e internacionais com atuação no campo econômico-previdenciário, com vistas à elaboração de estudos e à realização de conferências técnicas, congressos e eventos semelhantes, relacionados ao Regime Geral de Previdência Social;

IX – auxiliar o Secretário de Regime Geral de Previdência Social no acompanhamento e na avaliação da implementação das políticas e diretrizes da previdência social pelo INSS, inclusive quanto ao acompanhamento das suas metas de gestão e desempenho; e

X – promover e coordenar ações relativas à ampliação da cobertura previdenciária por meio de programas de educação previdenciária.

Art. 15. Ao Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional compete:

I – subsidiar a formulação e a proposição de diretrizes e normas relativas à interseção entre as ações de segurança e saúde no trabalho e as ações de fiscalização e reconhecimento dos benefícios previdenciários decorrentes dos riscos ambientais do trabalho;

II – coordenar, acompanhar, avaliar e supervisionar as ações do Regime Geral de Previdência Social, nas áreas que guardem inter-relação com a segurança e saúde dos trabalhadores;

III – coordenar, acompanhar e supervisionar a atualização e a revisão dos planos de custeio e de benefícios, em conjunto com o Departamento do Regime Geral de Previdência Social, relativamente a temas de sua área de competência;

IV – propor, no âmbito da previdência social e em articulação com os demais órgãos envolvidos, políticas voltadas para a saúde e segurança dos trabalhadores, com ênfase na proteção e na prevenção;

V – normatizar e supervisionar as atividades de reabilitação profissional;

VI – acompanhar, analisar e elaborar estudos, pesquisas e propostas de aperfeiçoamento da legislação sobre benefícios por incapacidade e aposentadorias especiais;

VII – acompanhar o equilíbrio financeiro entre as receitas do seguro contra acidente de trabalho e as despesas com pagamento de benefícios de natureza acidentária e da aposentadoria especial;

VIII – acompanhar e aprimorar os métodos e a regulamentação para o reconhecimento dos agravos à saúde relacionados com o trabalho dos segurados do Regime Geral de Previdência Social; e

IX – assessorar a Secretaria de Regime Geral de Previdência Social nos assuntos relativos à área de sua competência.

Art. 16. Ao Departamento de Perícia Médica Federal compete:

I – propor diretrizes gerais para as atividades de perícia médica no âmbito do Regime Geral de Previdência Social;

II – dirigir, normatizar, planejar, supervisionar e coordenar técnica e administrativamente as atividades de perícia médica realizadas pelo Ministério relativas à atuação da Perícia Médica Federal de que trata o art. 30 da Lei nº 11.907, de 2 de fevereiro de 2009;

III – elaborar estudos destinados ao aperfeiçoamento das atividades de perícia médica;

IV – estabelecer diretrizes gerais para o desenvolvimento de planos, de programas e de metas para as atividades de perícia médica;

V – estabelecer metas de capacitação, em conjunto com a unidade de gestão de pessoas do Ministério, para as atividades de perícia médica;

VI – estabelecer diretrizes para a análise dos recursos que envolvam matéria de perícia médica nos benefícios previdenciários; e

VII – estabelecer, em conjunto com a Advocacia-Geral da União, diretrizes para a atuação de assistência técnica na defesa da União, quando envolver área de sua competência.

Art. 17. À Secretaria de Regime Próprio e Complementar compete:

I – assistir o Ministro de Estado na definição e no acompanhamento das políticas de previdência atinentes aos Regimes Próprios de Previdência Social e ao regime de previdência complementar;

II – assistir o Ministro de Estado na proposição de normas gerais para a organização e o funcionamento dos Regimes Próprios de Previdência Social dos servidores públicos e dos militares da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios;

III – orientar, acompanhar e supervisionar os Regimes Próprios de Previdência Social dos servidores públicos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios;

IV – promover o desenvolvimento harmônico e integrado dos Regimes Próprios de Previdência Social e a permanente articulação entre o Ministério e os órgãos ou as entidades gestoras desses Regimes, fomentando o intercâmbio de experiências nacionais e internacionais;

V – subsidiar o Ministro de Estado na celebração de acordo de metas de gestão e desempenho com a Diretoria Colegiada da Previc;

VI – acompanhar o acordo de metas de gestão e desempenho da Previc;

VII – acompanhar e avaliar a implementação das políticas e diretrizes de previdência pela Previc; e

VIII – promover, estruturar e acompanhar, em conjunto com a Secretaria de Regime Geral de Previdência Social, a compensação financeira entre os regimes previdenciários para fins de contagem recíproca do tempo de contribuição.

Art. 18. Ao Departamento de Políticas e Diretrizes de Previdência Complementar compete:

I – assistir o Secretário de Regime Próprio e Complementar na formulação e no acompanhamento das políticas e das diretrizes do regime de previdência complementar operado pelas entidades abertas e fechadas de previdência complementar ou programas individuais de aposentadoria;

II – acompanhar e avaliar os efeitos das políticas públicas e das diretrizes governamentais relativas ao regime de previdência complementar;

III – avaliar as propostas de alteração da legislação e os seus impactos sobre o regime de previdência complementar e sobre as atividades das entidades abertas e fechadas de previdência complementar ou programas individuais de aposentadoria;

IV – promover, em articulação com os demais órgãos envolvidos, a simplificação, a racionalização e o aperfeiçoamento da legislação do regime de previdência complementar;

V – promover o desenvolvimento harmônico do regime de previdência complementar operado pelas entidades abertas e fechadas de previdência complementar ou programas individuais de aposentadoria, de maneira a fomentar o intercâmbio de experiências nacionais e internacionais;

VI – assistir o Secretário de Regime Próprio e Complementar na supervisão das atividades da Previc, inclusive quanto ao acompanhamento do acordo de metas de gestão e desempenho;

VII – orientar, acompanhar e supervisionar a instituição do regime de previdência complementar pelos entes federativos;

VIII – articular-se com entidades governamentais e organismos nacionais e internacionais com atuação no campo econômico-previdenciário para a elaboração de estudos e para a realização de conferências técnicas, congressos, seminários e eventos semelhantes, relacionados ao regime de previdência complementar;

IX – desenvolver ações de educação financeira relacionadas com os regimes de previdência complementar; e

X – avaliar os critérios exigidos para a emissão do Certificado de Regularidade Previdenciária, relativos à instituição do regime de previdência complementar pelos entes federativos que possuem Regimes Próprios de Previdência Social.

Art. 19. Ao Departamento dos Regimes de Previdência no Serviço Público compete:

I – assistir o Secretário de Regime Próprio e Complementar na formulação, no acompanhamento e na coordenação das políticas dos Regimes Próprios de Previdência Social;

II – propor normas relativas aos parâmetros e às diretrizes gerais para a organização e o funcionamento dos Regimes Próprios de Previdência Social;

III – coordenar e elaborar estudos técnicos para subsidiar a formulação de políticas, o aperfeiçoamento da legislação aplicada e o acompanhamento da situação financeira e atuarial dos Regimes Próprios de Previdência Social;

IV – acompanhar e avaliar os impactos das propostas de alteração da legislação federal aplicável aos Regimes Próprios de Previdência Social;

V – orientar e acompanhar os Regimes Próprios de Previdência Social;

VI – coordenar e acompanhar as ações de supervisão e fiscalização dos Regimes Próprios de Previdência Social e, observadas as competências do Conselho de Recursos da Previdência Social, o contencioso administrativo delas decorrentes;

VII – gerenciar os critérios exigidos para a emissão do Certificado de Regularidade Previdenciária;

VIII – prestar suporte ao desenvolvimento de sistemas e ações destinados à formação e ao aperfeiçoamento dos cadastros dos Regimes Próprios de Previdência Social;

IX – coordenar e avaliar informações e dados relativos aos Regimes Próprios de Previdência Social;

X – promover ações destinadas à modernização da gestão dos Regimes Próprios de Previdência Social;

XI – estabelecer parcerias com entidades representativas dos Regimes Próprios de Previdência Social para o desenvolvimento de estudos e de ações conjuntas, o intercâmbio de experiências e a difusão de conhecimentos;

XII – promover a articulação institucional, a cooperação técnica e o intercâmbio de informações relacionadas ao acompanhamento dos Regimes Próprios de Previdência Social com outros órgãos e entidades;

XIII – coordenar e desenvolver ações de educação previdenciária relacionadas aos Regimes Próprios de Previdência Social;

XIV – coordenar as atividades de estruturação e acompanhamento dos sistemas de informações relacionados aos Regimes Próprios de Previdência Social;

XV – acompanhar e supervisionar o encaminhamento de informações relativas aos segurados dos Regimes Próprios de Previdência Social à Secretaria de Regime Próprio e Complementar, para fins do cumprimento da regularidade previdenciária; e

XVI – coordenar as atividades de promoção, de estruturação e de acompanhamento da compensação financeira entre os regimes previdenciários para fins de contagem recíproca do tempo de contribuição.

Seção III

Dos órgãos colegiados

Art. 20. Ao Conselho Nacional de Previdência Social cabe exercer as competências estabelecidas no art. 4º da Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991.

Art. 21. Ao Conselho de Recursos da Previdência Social cabe exercer as competências estabelecidas no art. 126 da Lei nº 8.213, de 1991.

Art. 22. Ao Conselho Nacional de Previdência Complementar cabe exercer as competências estabelecidas no Decreto nº 7.123, de 3 de março de 2010.

Art. 23. À Câmara de Recursos da Previdência Complementar cabe apreciar e julgar, na condição de última instância administrativa, os recursos interpostos contra decisão da Diretoria Colegiada da Previc, observadas as competências estabelecidas no Decreto nº 7.123, de 2010.

CAPÍTULO IV

DAS ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES

Seção I

Do Secretário-Executivo

Art. 24. Ao Secretário-Executivo incumbe:

I – planejar, dirigir, coordenar, orientar, acompanhar e avaliar a execução das atividades das unidades da Secretaria-Executiva;

II – coordenar, consolidar e submeter ao Ministro de Estado o plano de ação global do Ministério;

III – supervisionar e avaliar a execução de projetos e ações do Ministério;

IV – supervisionar a articulação dos órgãos do Ministério com os órgãos centrais dos sistemas afetos à área de competência da Secretaria-Executiva; e

V – propor ao Ministro de Estado a criação ou a extinção de unidades descentralizadas, de acordo com a necessidade do Ministério.

Seção II

Dos Secretários

Art. 25. Aos Secretários incumbe planejar, dirigir, coordenar, orientar, acompanhar e avaliar a execução das atividades das unidades que integram as suas Secretarias e exercer outras atribuições que lhes forem cometidas pelo Ministro de Estado.

Seção III

Dos demais dirigentes

Art. 26. Ao Chefe de Gabinete do Ministro de Estado, aos Chefes de Assessorias Especiais, ao Consultor Jurídico, aos Diretores e aos demais dirigentes incumbe planejar, dirigir, coordenar e orientar a execução das atividades de suas unidades e exercer outras atribuições que lhes forem cometidas pelo Ministro de Estado, no âmbito de sua competência.

ANEXO II

  1. a) QUADRO DEMONSTRATIVO DOS CARGOS EM COMISSÃO E DAS FUNÇÕES DE CONFIANÇA DO MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
UNIDADE CARGO/

FUNÇÃO

DENOMINAÇÃO

CARGO/FUNÇÃO

CCE/FCE
1 Assessor Especial CCE 2.15
1 Assessor FCE 2.13
GABINETE 1 Chefe de Gabinete CCE 1.15
1 Assessor CCE 2.13
Coordenação-Geral 1 Coordenador-Geral CCE 1.13
1 Chefe de Projeto II FCE 3.07
ASSESSORIA DE PARTICIPAÇÃO SOCIAL E DIVERSIDADE 1 Chefe de Assessoria CCE 1.14
ASSESSORIA ESPECIAL DE ASSUNTOS PARLAMENTARES E FEDERATIVOS 1 Chefe de Assessoria Especial CCE 1.15
Coordenação-Geral 1 Coordenador-Geral CCE 1.13
1 Chefe de Projeto II FCE 3.07
ASSESSORIA ESPECIAL DE COMUNICAÇÃO SOCIAL 1 Chefe de Assessoria Especial CCE 1.15
1 Coordenador de Projeto CCE 3.10
ASSESSORIA ESPECIAL DE CONTROLE INTERNO 1 Chefe de Assessoria Especial FCE 1.15
1 Chefe de Projeto II FCE 3.07
CORREGEDORIA 1 Corregedor FCE 1.13
ASSESSORIA INTERNACIONAL 1 Chefe de Assessoria CCE 1.13
1 Chefe de Projeto II CCE 3.07
OUVIDORIA-GERAL DA PREVIDÊNCIA SOCIAL 1 Ouvidor-Geral CCE 1.13
Divisão 2 Chefe FCE 1.07
2 Assistente Técnico FCE 2.05
CONSULTORIA JURÍDICA 1 Consultor Jurídico FCE 1.15
1 Consultor Jurídico Adjunto FCE 1.13
Coordenação 1 Coordenador FCE 1.10
SECRETARIA-EXECUTIVA 1 Secretário-Executivo CCE 1.18
1 Coordenador de Projeto FCE 3.10
1 Chefe de Projeto I FCE 3.05
Gabinete 1 Chefe de Gabinete CCE 1.13
Coordenação 2 Coordenador FCE 1.10
Divisão 2 Chefe FCE 1.07
Serviço 1 Chefe FCE 1.05
Coordenação-Geral de Gestão e Administração 1 Coordenação-Geral CCE 1.14
1 Assessor Técnico CCE 2.10
Coordenação 3 Coordenador CCE 1.10
Coordenação 3 Coordenador FCE 1.10
Divisão 4 Chefe FCE 1.07
Divisão 5 Chefe CCE 1.07
SECRETARIA DE REGIME GERAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL 1 Secretário CCE 1.17
Gabinete 1 Chefe de Gabinete CCE 1.13
1 Coordenador de Projeto CCE 3.10
1 Chefe de Projeto II FCE 3.07
DEPARTAMENTO DO REGIME GERAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL 1 Diretor CCE 1.15
Coordenação-Geral 2 Coordenador-Geral CCE 1.13
Coordenação-Geral 1 Coordenador-Geral FCE 1.13
Coordenação 8 Coordenador FCE 1.10
3 Chefe de Projeto II FCE 3.07
1 Chefe de Projeto I FCE 3.05
DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS DE SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL 1 Diretor CCE 1.15
Coordenação-Geral 1 Coordenador-Geral CCE 1.13
Coordenação-Geral 1 Coordenador-Geral FCE 1.13
Coordenação 1 Coordenador FCE 1.10
Serviço 2 Chefe FCE 1.05
1 Chefe de Projeto I FCE 3.05
DEPARTAMENTO DE PERÍCIA MÉDICA FEDERAL 1 Diretor FCE 1.15
Coordenação-Geral 8 Coordenador-Geral FCE 1.13
Coordenação 6 Coordenador FCE 1.10
Divisão 24 Chefe FCE 1.07
Serviço 14 Chefe FCE 1.05
Núcleo 24 Chefe FCE 1.01
SECRETARIA DE REGIME PRÓPRIO E COMPLEMENTAR 1 Secretário CCE 1.17
Gabinete 1 Chefe de Gabinete CCE 1.13
1 Coordenador de Projeto CCE 3.10
1 Chefe de Projeto II FCE 3.07
DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS E DIRETRIZES DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR 1 Diretor CCE 1.15
Coordenação-Geral 1 Coordenador-Geral CCE 1.13
Coordenação 2 Coordenador FCE 1.10
Serviço 2 Chefe FCE 1.05
DEPARTAMENTO DOS REGIMES DE PREVIDÊNCIA NO SERVIÇO PÚBLICO 1 Diretor CCE 1.15
Coordenação-Geral 1 Coordenador-Geral CCE 1.13
Coordenação-Geral 4 Coordenador-Geral FCE 1.13
CONSELHO DE RECURSOS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL 1 Presidente do Conselho CCE 1.13
Coordenação 1 Coordenador FCE 1.10
1 Assistente Técnico FCE 2.05
Divisão 2 Chefe FCE 1.07
Serviço 2 Chefe FCE 1.05
Câmara 4 Presidente de Câmara CCE 1.07
Serviço 4 Chefe FCE 1.05
Junta 29 Presidente de Junta CCE 1.05
  1. b) QUADRO RESUMO DE CUSTOS DOS CARGOS EM COMISSÃO E DAS FUNÇÕES DE CONFIANÇA DO MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
CÓDIGO CCE-UNITÁRIO ESTRUTURA MPS
QTD. VALOR TOTAL
CCE 1.18 6,41 1 6,41
SUBTOTAL 1 1 6,41
CCE 1.17 6,27 2 12,54
CCE 1.15 5,04 7 35,28
CCE 1.14 4,31 2 8,62
CCE 1.13 3,84 13 49,92
CCE 1.10 2,12 3 6,36
CCE 1.07 1,39 9 12,51
CCE 1.05 1,00 29 29,00
CCE 2.15 5,04 1 5,04
CCE 2.13 3,84 1 3,84
CCE 2.10 2,12 1 2,12
CCE 3.10 2,12 3 6,36
CCE 3.07 1,39 1 1,39
SUBTOTAL 2 72 172,98
FCE 1.15 3,03 3 9,09
FCE 1.13 2,30 16 36,80
FCE 1.10 1,27 24 30,48
FCE 1.07 0,83 34 28,22
FCE 1.05 0,60 25 15,00
FCE 1.01 0,12 24 2,88
FCE 2.13 2,30 1 2,30
FCE 2.05 0,60 3 1,80
FCE 3.10 1,27 1 1,27
FCE 3.07 0,83 8 6,64
FCE 3.05 0,60 3 1,80
SUBTOTAL 3 142 136,28
TOTAL 215 315,67

ANEXO III

REMANEJAMENTO DE CARGOS COMISSIONADOS EXECUTIVOS – CCE E DE FUNÇÕES COMISSIONADAS EXECUTIVAS – FCE DA SECRETARIA DE GESTÃO DO MINISTÉRIO DA GESTÃO E DA INOVAÇÃO EM SERVIÇOS PÚBLICOS PARA O MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL

CÓDIGO CCE-UNITÁRIO DA SEGES/MGI PARA O MPS
QTD. VALOR TOTAL
CCE 1.17 6,27 2 12,54
CCE 1.15 5,04 7 35,28
CCE 1.14 4,31 2 8,62
CCE 1.13 3,84 13 49,92
CCE 1.10 2,12 3 6,36
CCE 1.07 1,39 9 12,51
CCE 1.05 1,00 29 29,00
CCE 2.15 5,04 1 5,04
CCE 2.13 3,84 1 3,84
CCE 2.10 2,12 1 2,12
CCE 3.10 2,12 3 6,36
CCE 3.07 1,39 1 1,39
SUBTOTAL 1 72 172,98
FCE 1.15 3,03 3 9,09
FCE 1.13 2,30 16 36,80
FCE 1.10 1,27 24 30,48
FCE 1.07 0,83 34 28,22
FCE 1.05 0,60 25 15,00
FCE 1.01 0,12 24 2,88
FCE 2.13 2,30 1 2,30
FCE 2.05 0,60 3 1,80
FCE 3.10 1,27 1 1,27
FCE 3.07 0,83 8 6,64
FCE 3.05 0,60 3 1,80
SUBTOTAL 2 142 136,28
TOTAL 214 309,26
     

Presidente da República Federativa do Brasil

 

Observação ABRAPP (este texto não substitui o publicado no DOU de 01.01.2023)